O que é o Milk Checker?
O Milk Checker é um detector digital de
mastite bovina de alta precisão.
Através de um teste simples e rápido, o Milk Checker é capaz de detectar a mastite clínica e subclínica em apenas poucos segundos, nos 4 quartos do úbere ao mesmo tempo. Fabricado no Japão, o Milk Checker utiliza a mais alta tecnologia para produzir resultados confiáveis e, assim, garantir a saúde do seu rebanho.
Vantagens
Rápido e confiável
Com o Milk Checker, bastam alguns segundos para se detectar a mastite sub-clínica no animal. O Milk Checker analisa as amostras de leite dos 4 quartos do úbere e mostra todos os resultados de uma só vez. Além disso, graças à uma tecnologia inovadora, o Milk Checker é mais confiável que os outros métodos de detecção de mastite.
Ao contrário do complicado California Mastitis Test (também conhecido como "teste da raquete”), que é subjetivo e requer misturar o leite com uma solução, os resultados do Milk Checker são exibidos numericamente em um display digital, com precisão decimal. Assim, você economiza tempo e dinheiro.
Monitora a saúde do rebanho
O Milk Checker é um importante aliado no manejo do seu rebanho. Utilizando o Milk Checker regularmente durante todo o período de lactação, pode-se identificar os animais infectados facilmente e separá-los dos animais sadios. Além disso, o Milk Checker também pode ser usado para verificar a eficácia do tratamento com antibióticos. Desta forma, você controla a saúde do seu rebanho, melhora a qualidade do leite e, consequentemente, aumenta seus lucros.
Previne surtos de mastite clínica
Não deixe que o animal desenvolva a mastite clínica! Todos os anos, a mastite causa enormes prejuízos para os produtores de leite. Por isso, prevenir é fundamental. Com o Milk Checker, você detecta a infecção no estágio inicial, quando ela ainda é invisível. Assim, você evita os altos custos com o tratamento veterinário, antibióticos, descarte de leite e de animais, etc.
Qualidade testada e aprovada no Japão
O Milk Checker é um produto homologado pelo Ministério da Agricultura, Floresta e Pesca do Japão - cujos critérios para a aprovação de equipamentos veterinários possuem a mesma rigidez dos critérios que o Ministério da Saúde do Japão (equivalente ao FDA norte-americano) utiliza para a aprovação de equipamentos médicos e hospitalares.
Por isso, o Milk Checker é amplamente usado em países com alto controle de qualidade do leite como o Japão, a Austrália e a Nova Zelândia.
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Descrição
1. Copo Coletor de Amostra
Um único copo é usado para medir os 4 quartos do úbere. Não é necessário lavar! Basta ordenhar no copo, pressionar o botão TESTAR, jogar o leite fora e passar para o próximo teto.
2. Aba Protetora
Evita que o leite respingue no visor do aparelho.
3. Leve e Prático
O Milk Checker pode ser segurado com apenas uma mão.
4. Rápido e Fácil de Usar
Com botões de fácil visualização, fazer o teste leva apenas alguns segundos.
5. Computador Interno
O Milk Checker possui tecnologia inovadora! A memória interna elimina a necessidade de se anotar as leituras individuais. Os resultados são exibidos simultaneamente.
6. Alça de Segurança
Permite prender o aparelho ao pulso, facilitando o manuseio.
7. Sensor de Temperatura
Permite obter resultados precisos, não importando a temperatura ambiente. Graças a ele, o teste pode ser feito em qualquer horário e em qualquer época do ano.
8. Sensores de Eletrodos
Medem a condutividade elétrica do leite com alta precisão, detectando as diferenças mínimas entre os tetos.
9. Display Digital
Exibe os resultados dos 4 tetos ao mesmo tempo, com clareza e precisão decimal.
10. Corpo Robusto
Revestido com plástico de alta resistência, o Milk Checker resiste a quedas de até 1.5m de altura e é totalmente impermeável. Mesmo que caia acidentalmente na água ou no leite, continua funcionando perfeitamente.
Por que adquirir o Milk Checker?
Com o Milk Checker, você evita os prejuízos causados pela mastite e aumenta a produção de leite de alta qualidade.
A mastite subclínica é uma infecção difícil de ser detectada, pois não pode ser observada a olho nu. Se não for diagnosticada a tempo, pode evoluir para a mastite clínica, gerando grandes prejuízos para o produtor.
Além da perda da produção de leite, há os altos custos de tratamento com antibióticos e, nos casos mais graves, descarte do animal.

O Milk Checker detecta a mastite antes do parto, na fase do colostro e durante todo o período da ordenha, além de verificar a eficácia do tratamento com antibióticos.
Comparativo
Milk Checker, o detector de mastite que substitui o antigo CMT (California Mastitis Test).
O CMT (California Mastitis Test) requer um reagente químico para se misturar à amostra do leite e obter o resultado, que se baseia na observação da coagulação e coloração da solução obtida. É, portanto, um diagnóstico subjetivo. Por depender da interpretação de quem faz o exame, seu resultado não é exato e está sujeito a erros. O teste da raquete é complicado de ser feito todos os dias, pois consome mais tempo e requer luminosidade, para que se possa observar bem a coloração da mistura.

Já o Milk Checker dispensa o uso de reagentes e exibe os resultados numericamente com precisão decimal, em poucos segundos. Por ser prático e rápido, o teste com o Milk Checker pode ser feito facilmente todos os dias e a qualquer hora do dia.

Veja no quadro abaixo a comparação entre o Milk Checker e o CMT (também conhecido como“teste da raquete") e saiba porque o Milk Checker é o único detector de mastite que vale a pena!
CMT (California
Mastitis Test)
Milk Checker
Imagem do produto
O teste pode ser feito rapidamente
(em poucos segundos)?
O resultado obtido é confiável?
A interpretação dos dados é feita
por computador, com precisão decimal?
Pode ser feito em ambiente
com baixa luminosidade?
Dispensa lavagem para
uso no próximo animal?
Possui display digital?
Dispensa o uso de solução reagente?
Possui sensor de temperatura?
Possui copo único para os 4 quartos?
Possui botões de fácil visualização? ---
Possui baixo consumo de energia
(menos de 1mA)?
---
Como funciona o Milk Checker
O Milk Checker é um aparelho portátil, leve e que possui sensores de eletrodos que detectam quaisquer anormalidades na condutividade elétrica do leite. Quando ocorre uma inflamação nas glândulas mamárias (mastite, ou mamite), certos componentes do plasma sanguíneo (como íons de sódio e cloro) passam para o leite, aumentando a sua condutividade elétrica. Essa anormalidade é medida pelo Milk Checker, que detecta a mastite quando seus sintomas ainda não são visíveis a olho nu.

Como a mastite subclínica não se desenvolve nos 4 quartos do úbere ao mesmo tempo, o Milk Checker calcula automaticamente a diferença entre as medições dos 4 quartos e identifica o quarto infectado.
Como se usa o Milk Checker
Com o Milk Checker, bastam alguns segundos para detectar a mastite subclínica.
Veja, passo a passo, como é feito o teste.
1. Pressione o botão ON/OFF para ligar o Milk Checker.
Por alguns segundos, o display exibirá uma indicação de checagem (veja a figura abaixo).
2. Em seguida, ordenhe diretamente a amostra de leite de um teto da vaca no copo coletor.
Encha-o quase até a borda (cerca de 20ml).
3. Pressione o botão TESTAR.
O display exibirá o valor da condutividade elétrica absoluta (ABS) deste teto na parte superior, à esquerda. (Obs.: o valores deste exemplo são meramente ilustrativos)
4. Esvazie o copo coletor.
5. Repita o procedimento, desta vez com o segundo teto, a partir do segundo passo.
Atenção: não é necessário lavar o copo coletor entre a medição de um teto e outro.
A medição do segundo teto aparecerá na parte superior do display, à direita.
Repita o procedimento com os demais tetos. Após medir o último teto, o display do Milk Checker exibirá as 4 medições na seguinte ordem: na parte superior, da esquerda para a direita, em seguida na parte inferior da esquerda para a direita, como no exemplo abaixo:
6. Pressione o botão TESTAR novamente para exibir a diferença de condutividade elétrica (DIF).
Serão mostradas as diferenças entre os tetos, tendo como base o teto com a menor condutividade elétrica, que exibirá o valor 0.0 (zero).
7. Após terminar o teste, pressione o botão APAGAR para limpar os dados do display e, em seguida, realizar a medição do próximo animal.
Como analisar os resultados
Saiba quais os critérios usados pelo Milk Checker para avaliar o leite.
ABS
Cond. elétrica (mS/cm)
DIF
Diferença (mS/cm)
Leite normal < 6.2 < 0.5
Leite anormal ≥ 6.2 < 0.5
Leite infectado (mastite) < 6.2 ≥ 0.5
Leite infectado (mastite) ≥ 6.2 ≥ 0.5
Quando o valor da condutividade elétrica absoluta (exibida no visor do Milk Checker como ABS) é igual ou maior a 6.2 mS/cm, o leite é considerado anormal. Quando a diferença de condutividade (exibida no visor do Milk Checker como DIF) é igual ou maior que 0.5 mS/cm, o leite é considerado infectado.

Veja abaixo alguns exemplos de medições.
EXEMPLO 1 - LEITE NORMAL:
Na fazenda A, fez-se um teste com o Milk Checker em uma vaca da raça X, obtendo-se os resultados acima.
Observe que os valores da condutividade absoluta (ABS) de todos os 4 quartos são menores que 6.2 mS/cm.
Além disso, os valores das diferenças de condutividade (DIF) são todos menores que 0.5 mS/cm.
Portanto, o leite desta vaca está NORMAL.
EXEMPLO 2 - LEITE NORMAL:
Na fazenda B, fez-se um teste com o Milk Checker em uma vaca da raça Y, obtendo-se os resultados acima.
Os valores da condutividade absoluta (ABS) de todos os 4 quartos são menores que 6.2 mS/cm e os valores das diferenças de condutividade (DIF) são menores que 0.5 mS/cm.
Portanto, o leite está NORMAL.

Observe que, em comparação com o exemplo 1, o exemplo 2 apresenta valores de condutividade absoluta (ABS) mais elevados. Entre um plantel e outro, pode ocorrer uma diferença na média de valores ABS, devido a fatores como raça, alimentação, condições patológicas ou nível de estresse. Deve-se observar, portanto, os valores da diferença entre os tetos (DIF). Nesse exemplo, como todos são menores que 0.5, o animal não está com mastite.
EXEMPLO 3 - LEITE ANORMAL:
Desta vez, fez-se um teste com o Milk Checker em outra vaca da fazenda A. Esse animal está em fase de produção de colostro e as amostras foram coletadas dois dias após o parto, obtendo-se os resultados acima.
Observe que, embora os valores das diferenças de condutividade (DIF) estejam menores que 0.5 mS/cm, os valores da condutividade absoluta (ABS) de todos os 4 quartos estão maiores que 6.2 mS/cm.
Portanto, o leite está ANORMAL (colostro, no caso).

Dependendo da fase de lactação ou do nível de estresse do animal, podem ocorrer valores ABS maiores que 6.2 mS/cm, o que não significa que o animal esteja com mastite. Nesses casos, deve-se identificar o animal e realizar o manejo apropriado, mantendo o animal livre de estresse. Periodicamente, deve-se testar o animal com o Milk Checker, para verificar se o leite volta aos níveis normais.
EXEMPLO 4 - LEITE INFECTADO:
Na fazenda C, fez-se um teste com o Milk Checker em uma vaca da raça Z, obtendo-se os resultados acima.
Embora os valores da condutividade absoluta (ABS) de 3 quartos estejam menores que 6.2 mS/cm, um dos quartos exibe um valor maior que 6.2 mS/cm. Além disso, o valor da diferença de condutividade (DIF) deste quarto é de 0.7, portanto maior que 0.5 mS/cm.
Ou seja, o leite está INFECTADO e o animal está com mastite.
Deve-se identificar o animal e consultar um veterinário, para diagnóstico e tratamento adequado.
EXEMPLO 5 - LEITE INFECTADO:
Na fazenda D, fez-se um teste com o Milk Checker em uma vaca da raça Z, obtendo-se os resultados acima.
Os valores da condutividade absoluta (ABS) de todos os quartos são menores que 6.2 mS/cm. Porém, o valor da diferença de condutividade (DIF) de um dos quartos é maior que 0.5 mS/cm. Portanto, o leite está INFECTADO.
Deve-se identificar o animal e consultar um veterinário, para diagnóstico e tratamento adequado.
IMPORTANTE
  • Os valores das medições da condutividade elétrica absoluta (ABS) podem variar de acordo com a raça, alimentação, estágio de lactação, condições patológicas, nível de estresse do animal, entre outros fatores. Nem sempre uma medição acima de 6.2 mS/cm indica que o animal está com mastite. Por exemplo, um animal em fase de produção de colostro pode apresentar valores maiores que 6.2 mS/cm e, ainda assim, estar sadio. Porém, pode-se considerar que o leite é anormal (impróprio para o consumo).
  • A chave para identificar a mastite subclínica está na diferença (DIF) entre os quartos. Se o valor da diferença for maior ou igual a 0.5, o animal está infectado. Se o valor da diferença ultrapassar 1.0 mS/cm, a infecção é grave.
  • Entre um aparelho e outro, pode ocorrer uma variação de até 0.2 mS/cm entre as medições da condutividade elétrica absoluta (ABS) para um mesmo teto. Essa variação é normal e não interfere na detecção da mastite, pois o importante é observar a diferença (DIF) entre os tetos, uma vez que a mastite não se desenvolve em todos os tetos ao mesmo tempo.
Manutenção
  1. É necessário enxaguar o copo de coleta uma vez diariamente, após o uso. Não toque nos sensores (de eletrodos e de temperatura) com objetos rígidos ou pontiagudos.
    Não use produtos químicos abrasivos (solventes, thinner etc) para limpar o aparelho.
  2. Caso ocorra a coleta de colostro ou leite de mastite severa (com grumos, sangue ou pus), é necessário lavar o copo de coleta com detergente neutro.
  3. Para remover grumos, utilize um pano macio com detergente neutro.
  4. Não submerja o aparelho na água ou em qualquer outro líquido.
  5. Não derrube nem bata o aparelho.
  6. Não desmonte nem tente reparar o aparelho sozinho. Se necessário, entre em contato com o seu revendedor.
  7. Quando as pilhas acabarem, uma mensagem de alerta aparecerá no display, e o aparelho se desligará automaticamente. Abra o compartimento de pilhas (localizado na parte de trás do aparelho) com uma chave de fenda e substitua as pilhas usadas por novas (2 pilhas AA).
Perguntas frequentes
Tire suas dúvidas sobre o Milk Checker e a mastite subclínica.

1. O que é a mastite bovina?
R: A mastite (ou mamite) bovina é uma doença caracterizada pela inflamação da glândula mamária das vacas leiteiras. É causada pela infecção por microorganismos, principalmente bactérias dos gêneros estafilococos, estreptococos e também coliformes. É uma doença contagiosa e de fácil transmissão entre as vacas.

É a doença mais importante do gado leiteiro, devido aos prejuízos econômicos gerados por ela, como queda na produção, descarte de leite e animais, despesas com tratamento veterinário e medicamentos etc.

Possui duas formas: clínica e subclínica. Na fase clínica, os sintomas são evidentes, como alterações na secreção do leite, anormalidades no úbere (aumento de temperatura, edema, dor e perda da função), desidratação etc. Porém, na fase subclínica, que é a forma mais comum, os sinais da doença (infecção intramamária) não são aparentes. Por isso, muitas vezes ela não é detectada a tempo e pode evoluir para a mastite clínica.


2. Como se detecta a mastite subclínica?
R: A mastite subclínica não pode ser vista a olho nu, por isso só pode ser detectada através de exames laboratoriais, como a contagem de células somáticas (CCS), ou de testes realizados em campo, como o CMT (Califormia Mastitis Test) e o Milk Checker.

O CMT, também conhecido como "teste da raquete", consiste da observação da aglutinação e da coloração da mistura do leite com um reagente químico. De acordo com a quantidade de células somáticas presentes no leite, forma-se um gel de espessura variada. Conforme a espessura do gel, o resultado é dado em escores, que geralmente variam de 1 a 5. O CMT é interpretado subjetivamente e está sujeito a produzir resultados falso-positivos ou falso-negativos. Por isso, deve ser realizado por um profissional treinado.

Já o Milk Checker é um aparelho que possui eletrodos que medem a condutividade elétrica do leite em miliSiemens por centímetro (mS/cm). Quando um determinado quarto do úbere está infectado, as paredes dos vasos sanguíneos se dilatam e outras substâncias do sangue (além das células somáticas), como íons de cloro e sódio, passam para o leite, aumentando sua condutividade elétrica. O Milk Checker mede as condutividades elétricas dos 4 quartos do úbere e as compara, mostra os resultados obtidos numericamente no visor digital. Por isso, o resultado é exato, não deixando margem para interpretações subjetivas.


3. O Milk Checker faz a contagem de células somáticas do leite?
R: Não, o método de detecção da mastite utilizado pelo Milk Checker é através da medição da condutividade elétrica do leite. Quando um quarto está infectado, íons de cloro e sódio passam dos vasos sanguíneos para o leite, aumentando a sua condutividade elétrica.

O leite normal possui condutividade elétrica de até 6.1 mS/cm. A partir de 6.2 mS/cm, o leite pode ser considerado anormal (veja a pergunta 4). Porém, a chave para detectar a mastite subclínica está na comparação entre os números obtidos dos 4 quartos. Se a diferença de um dos quartos for maior do que 0.5 mS/cm (em relação ao quarto que apresentou menor condutividade elétrica), significa que esse quarto está infectado.


4. Qual é a diferença entre leite "anormal" e leite "infectado"?
R: De acordo com os critérios de medição do Milk Checker, o leite que apresenta condutividade elétrica absoluta (ABS) igual ou maior que 6.2 mS/cm é considerado anormal. Porém, isso não significa necessariamente que esse leite está infectado (com mastite). Existem vários fatores, além da mastite, que podem aumentar a condutividade elétrica do leite tais como: a fase de lactação, alimentação, condições higiênicas, nível de estresse etc. Por exemplo, um animal em fase de produção de colostro poderá apresentar níveis acima de 6.2 mS/cm.

Já o leite infectado é aquele que apresenta uma diferença na condutividade (DIF) igual ou maior que 0.5 mS/cm, em relação ao quarto de menor condutividade elétrica no mesmo úbere. Isso se deve ao fato de que a mastite subclínica não ocorre nos 4 quartos simultaneamente. Ou seja, enquanto o quarto não-infectado com menor condutividade elétrica apresentará o valor 0.0 (zero), o quarto infectado apresentará valor igual ou maior que 0.5 mS/cm. Se o valor da diferença estiver entre 0.5 e 1.0 mS/cm, trata-se de uma infecção leve. Acima de 1.0 mS/cm, a infecção é severa.


5. Pode-se misturar o leite dos 4 quartos do úbere e testar com o Milk Checker?
R: Não, embora o Milk Checker possua um único copo coletor para testar os 4 quartos, as amostras de leite devem ser coletadas e testadas separadamente, ou seja, de um quarto de cada vez. Não se deve misturar o leite dos 4 quartos, pois o resultado obtido estará incorreto. O princípio do Milk Checker consiste na comparação de 4 amostras de leite, cada uma correspondendo a um quarto do úbere. Somente desta forma é possível identificar o quarto infectado (veja o modo de usar aqui).


6. Pode-se utilizar o Milk Checker logo após o parto?
R: Sim, o Milk Checker pode ser utilizado em todas as fases de lactação, inclusive logo no primeiro dia após o parto. Desta forma, é possível detectar a mastite durante a fase do colostro.


7. Pode-se utilizar o Milk Checker mesmo após o uso do selador de tetos?
R: Sim, o produtor pode usar um selador de tetos no animal normalmente. O seu uso não irá interferir no funcionamento do Milk Checker durante a ordenha.


8. O Milk Checker dispensa o diagnóstico veterinário?
R: Não, o Milk Checker é um aparelho para detecção da mastite subclínica. Porém, o diagnóstico e o tratamento devem ser feitos por um veterinário ou especialista.


9. Por que e quando se deve calibrar o Milk Checker?
R: Como todo instrumento de medição, o Milk Checker deve estar sempre calibrado para garantir resultados precisos e confiáveis. O Milk Checker é cuidadosamente calibrado na fábrica. Porém, pode ser necessário recalibrar o aparelho periodicamente, devido a quedas, mau uso ou descofiança dos resultados de medição.

À medida que o produtor utiliza o Milk Checker regularmente, é possível estabelecer uma média padrão para o seu plantel. Ao longo do tempo, se os valores exibidos estiverem diferentes da média padrão, deve-se calibrar o Milk Checker.

10. Como se calibra o Milk Checker?
R: O Milk Checker pode ser calibrado com uma solução de cloreto de potássio (KCl), de duas formas:
A. Solução KCl com 3 níveis de concentração:
  1. Despeje 30ml de água destilada no copo coletor, e pressione o botão CAL (localizado sob a imagem da vaca). O display exibirá "CAL" e o valor 0.0.
  2. Despeje 30ml de solução KCl a 0.025M no copo coletor e pressione o botão CAL. O valor 0.0 será cancelado e o display exibirá "CAL" e 3.4M.
  3. Despeje 30ml de solução KCl a 0.05M no copo coletor e pressione o botão CAL. O valor 3.4M será cancelado e o display exibirá "CAL" e 6.7M.
  4. Após concluir a memorização dos dados dos 3 tipos de solução KCl, a calibração está concluída. Observe se os dados indicados estão dentro da faixa de precisão. Em seguida, pressione o botão APAGAR e faça as medições normalmente.

Atenção: se o valor da calibração não estiver dentro da faixa de precisão, pode ser que a concentração da solução padrão não esteja correta. Se os valores normais da calibração não puderem ser obtidos mesmo utilizando-se a concentração correta da solução, desligue o aparelho uma vez e repita a operação.

B – Solução KCl com 1 nível de concentração:
  1. Despeje 30ml de solução KCl a 0.05M no copo coletor e pressione o botão CAL. O display exibirá "CAL" e 6.7M.
  2. A calibração está concluída. Pressione o botão APAGAR e faça as medições normalmente.
Se o valor da calibração não puder ser obtido mesmo utilizando-se a concentração correta da solução, desligue o aparelho uma vez e repita a operação.

Observação: Utilize solução padrão em que a concentração de KCl esteja medida com exatidão. Se a concentração da solução padrão não for exata, os valores exibidos não estarão corretos. Em caso de equívoco na operação, tente calibrar novamente. Se necessário, consulte seu revendedor.

Especificações técnicas
Método de medição Medição da condutividade elétrica (C. E.)
Cálculo Diferença da condutividade elétrica calculada por computador
Calibração Automática
Indicação da leitura 1. Display digital de três dígitos
2. Indica simultaneamente os valores absolutos de todos os quartos do úbere
3. Indica a diferença da condutividade elétrica após o cálculo
4. Indica a condutividade elétrica calibrada
Faixa de medição 0 a 13 mS/cm (miliSiemens por centímetro)
Precisão 3% +ou- 1 dígito
Compensação automática de temperatura +3 a 40ºC (compensado para +25ºC)
Resistência à queda 1.5m
Alimentação 2 pilhas AA
Consumo 0.45 mA
Dimensões 91 (largura) x 45 (altura) x 181mm (comprimento)
Peso líquido 320g